Governo minimiza negativa de lotéricas por recarga de ingresso
O governo defendeu a ideia, lançada pelo presidente Lula na semana passada, de as lotéricas comercializarem ingressos de jogos, como parte do projeto para pacificar o futebol.
"A ideia é justamente pulverizar a comercialização dos ingressos das partidas de futebol por uma rede muito mais ampla daquela que existe hoje. É uma iniciativa útil e democrática para o cidadão", argumentou Wellington Moreira Franco, vice-presidente de loterias da Caixa Econômica Federal.
O Sindicato dos Lotéricos de São Paulo enviou carta aberta à Presidência com uma postura contrária à medida: "Já prestamos serviços bancários sem sermos bancos. Assumir mais esse ônus inviabilizaria definitivamente nosso negócio".
Moreira Franco apontou que essa reação foi regionalizada e lembrou que as lotéricas são recompensadas pelos serviços.
"Essa posição é a do sindicato de São Paulo. Não é essa a posição pelo Brasil afora. Tenho certeza de que no Rio, por exemplo, foi bem recebida. É simples: o lotérico que não quiser, não faz. Mas deixa de ganhar. Eles [os lotéricos] não prestam serviços de graça", disse ele.
Segundo a assessoria de imprensa da estatal, para cada pagamento realizado sem fatura, as lotéricas levam quarenta centavos. A reportagem apurou que está em estudo que a cada carregamento dos bilhetes as lotéricas recebam mesmo valor.
A CEF argumenta que a grande vantagem do sistema é acabar com a concentração da venda dos ingressos. Para corroborar o argumento, aponta que a iniciativa disponibilizaria mais de 11.000 novos pontos de venda de ingressos pelo país.
Nesse cenário, seria difícil alguma lotérica ficar sobrecarregada. Outra argumentação é a de que será possível adquirir ingressos para jogos de um Estado estando em outro, o que ajudaria a espalhar a venda.
Com informações da Folha de S. Paulo
"A ideia é justamente pulverizar a comercialização dos ingressos das partidas de futebol por uma rede muito mais ampla daquela que existe hoje. É uma iniciativa útil e democrática para o cidadão", argumentou Wellington Moreira Franco, vice-presidente de loterias da Caixa Econômica Federal.
O Sindicato dos Lotéricos de São Paulo enviou carta aberta à Presidência com uma postura contrária à medida: "Já prestamos serviços bancários sem sermos bancos. Assumir mais esse ônus inviabilizaria definitivamente nosso negócio".
Moreira Franco apontou que essa reação foi regionalizada e lembrou que as lotéricas são recompensadas pelos serviços.
"Essa posição é a do sindicato de São Paulo. Não é essa a posição pelo Brasil afora. Tenho certeza de que no Rio, por exemplo, foi bem recebida. É simples: o lotérico que não quiser, não faz. Mas deixa de ganhar. Eles [os lotéricos] não prestam serviços de graça", disse ele.
Segundo a assessoria de imprensa da estatal, para cada pagamento realizado sem fatura, as lotéricas levam quarenta centavos. A reportagem apurou que está em estudo que a cada carregamento dos bilhetes as lotéricas recebam mesmo valor.
A CEF argumenta que a grande vantagem do sistema é acabar com a concentração da venda dos ingressos. Para corroborar o argumento, aponta que a iniciativa disponibilizaria mais de 11.000 novos pontos de venda de ingressos pelo país.
Nesse cenário, seria difícil alguma lotérica ficar sobrecarregada. Outra argumentação é a de que será possível adquirir ingressos para jogos de um Estado estando em outro, o que ajudaria a espalhar a venda.
Com informações da Folha de S. Paulo
Sindicação
11/01/2010 @ 19:44:29
por Francisco luis
Ola alguem sabe se o site ...
28/12/2009 @ 21:32:58
por luis loterias da caixa federal
O Sincoesp também foi contra o ...
23/11/2009 @ 09:03:48
por Renato
já percebemos que a cxa não ...
21/11/2009 @ 20:12:10
por celrob
O SINCOESP trata as loterias como ...
21/11/2009 @ 17:16:23
por Silvio